quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Cuidado! Os argentinos estão chegando

Como acontece todos os anos nos meses de verão as praias do Brasil estão sendo invadidas pelos argentinos. A vinda dos nossos vizinhos do sul é muito importante, principalmente para a região sul, pois alavanca o turismo e aquece a economia local.
Apesar da simpatia e educação da grande maioria dos argentinos que nos visitam uma estatística lamentável ocorre todos os anos. É que, talvez acreditando na impunidade, muitos motorista daquele país desenvolvem excessiva velocidade em nossas estradas e muitos acidentes acontecem, quase sempre trágicos que deixam diversas vítimas e acabam por transformar o que deveria ser dias de lazer e divertimento em tragédia e luto.

Também pudera, nos últimos dias os radares da polícia rodoviária nas estradas mais utilizadas pelos portenhos, têm flagrado constantes abusos. Na última terça-feira, por exemplo, um Citröen Picasso foi fotografado a 184 km/h na BR-101, próximo a Tubarão. Mas esse não é o único caso, diversos outros já foram registrados.

Talvez esses motoristas não saibam que o Brasil e a Argentina contam com um acordo pelo qual as multas de trânsito emitidas em um dos paises é cobrada no outro. Também existe a possibilidade de, em se agilizando o processo, o infrator ter que pagar a multa na fronteira quando de sua saída do Brasil.

Os dois governos deveriam bolar campanhas educativas principalmente nessa época do ano.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Não tem verba?

Se a avidez do governo em arrecadar impostos fosse a mesma para utilizar os recursos disponíveis, certamente as condições das rodovias federais seriam muito melhores. O jornal "O Globo", em matéria assinada pela jornalista Leila Suwwan mostra que o governo gastou apenas 15,5% dos 3,3 bilhões de reais destinados a conservação e recuperação das estradas federais em 2008. Com certeza essa falta de investimentos contribuiu para a trágica estatística de 27 mortes por dia contabilizados na última quinzena do ano.
A reportagem mostra que estados importantes como o Rio de Janeiro, por exemplo, utilizou apenas 2% dos 88,7 milhões destinados ao estado. Minas Gerais, o estado recordista em mortes nas estradas federais, talvez porque conte com a maior malha, utilizou 9% da verba. Entendeu porque tem tanto buraco na BR-040, BR-116, BR-381, BR-494 entre tantas outras?

Claro que vão alegar que dependem de licitações, contratos, burocracias, etc. Mas há tanto tempo isso acontece e ninguém ainda conseguiu encontrar uma maneira de solucionar essas dificuldades? Os parlamentares que mudem as leis, ou o governo, pródigo em publicar decretos-leis, medidas provisórias, etc. que haja rapidamente para resolver essa situação, pois alguma medida tem que ser tomada.

A impressão que fica é que com a onda de privatizações de rodovias o governo largou, propositalmente, as estradas ao Deus dará, pois assim justifica-se mais facilmente transferir tudo para a iniciativa privada.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Mudanças no sistema de controle de velocidade

Quem nunca reduziu a velocidade ao passar por um radar e dirigiu acima do limite depois disso? Com certeza uma grande parte dos motoristas agem dessa forma. Justamente para coibir esse procedimento o governo federal deve apresentar projeto de lei que prevê o controle de velocidade através de trechos. Dessa forma é registrado quando um veículo passar pelo primeiro controle e calculado o tempo até chegar a um segundo, aferindo-se então a velocidade média para percorrer esse trecho. Hoje esse tipo de controle é proibido e para que possa ser implementado há necessidade de mudar-se a lei.
A proposta não apresenta a maneira como se fará o controle, mas existem duas alternativas, uma que obrigaria a instalação de chips em toda a frota e o controle fosse feito através desses dados. A segunda alternativa seria adotar um tipo de radar diferenciado, que lê a placa do veículo, ao invés de simplesmente fotografá-lo.
As opiniões são divergentes, há quem defenda o sistema pois acaba com a pratica comum citada acima e os que são contrários pois alegam que dessa forma o motorista possa vir a exceder a velocidade em certos trechos, até mais perigosos, e diminuir consideravelmente em outros. Há de se achar um consenso. O que não pode se negar é que está se buscando alternativas para que haja um controle maior sobre os excessos praticados por alguns.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Escoltas armadas devido ao risco de assaltos

Lembra até os filmes de faroeste quando as diligências eram abordadas pelos bandidos e, por isso, sempre um cowboy armado seguia junto ao cocheiro. Solução parecida, porém modernizada, está sendo implantada por algumas empresas de ônibus, principalmente do nordeste.
Para tentar evitar os constantes assaltos elas estão contratando escoltas armadas que seguem em um carro atrás dos ônibus o que torna a viagem mais tranquila para os passageiros e motoristas.
Outra solução, bastante utilizada, principalmente à noite e em estradas de maior movimento,são as viagens em comboios nas quais extensas filas de ônibus e caminhões seguem se protegendo mutuamente.
Junta-se a má conservação de grande parte da malha viária, que obriga a viagem a ser feita em velocidade reduzida, mais a falta de policiamento e está criada a condição ideal para que os "piratas do asfalto" cometam seus crimes. Todo cuidado é pouco, principalmente para quem não pode levar um cowboy armado ao seu lado.
Imagem: http://www.cadytech.com/dumas/galerie.php

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Empresas querem estradas mineiras

Um filão representado por 5800 quilômetros de rodovia atraiu 63 empresas que unidas formaram o Consórcio Parcerias Rodoviárias de Minas Gerais, reponsável por uma proposta apresentada ao governo do estado e que visa a concessão das rodovias.
Pela proposta essa malha rodoviária foi dividida em 17 lotes que abrangem 2200 quilômetros de estradas estaduais e 3600 de estradas federais que encontram-se em processo de estadualização. O documento define que a concessionária ficará responsável pela conservação e pelo atendimento aos usuários, como socorro mecânico, socorro médico, remoção de acidentados, etc. Em contra-partida serão intalados 91 pontos de cobrança de pedágios, com preços variando entre R$. 2,51 e R$. 3,69, que deverão ser atualizados à época do início da cobrança.
Segundo os empresários a privatização trará benefícios como:
melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas e bens; geração de aproximadamente 50 mil empregos diretos e indiretos, solução de passivos ambientais existentes na faixa de domínio das rodovias, aumento da arrecadação estadual, maior segurança nas rodovias e incremento de indústrias e turismo.
O governo do estado prevê que em 60 dias deverá concluir a análise do documento e aprová-lo, reprová-lo ou segerir alterações.
Alguém tem dúvida do que deve acontecer?

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Ponte na Amazônia vai para o Guiness ou será destruída

Inaugurada em abril e construída toda em madeira a ponte sobre o Rio Curuá, no município paraense de Alenquer, pode com seus 360 metros, entrar para o Guiness Book de recordes mundiais como a maior ponte totalmente de madeira existente no planeta. Localizada na rodovia PA-254 a ponte atende a uma reinvidicação antiga das populações dos municípios da Calha Norte do estado.
Responsável pela obra a Prefeitura de Alenquer alega que a ponte foi totalmente construída com madeiras doadas pela população o que reduziu o custo da mesma que, segundo o atual prefeito, custou menos de R$. 500 mil para os cofres públicos.
Só que essa estrutura está correndo o risco de ser destruída, pois o Ministério Público Estadual acatou uma ação civil pública que alega a falta de estudos de impacto ambiental para a construção da mesma. Segundo o promotor que cuida do caso já foram solicitados os documentos ambientais que comprovem que a ponte não vá interferir na natureza local, mas os mesmos não foram apresentados. O prazo para a prefeitura prestar os esclarecimentos vai até a primeira semana de novembro, a partir daí será multada podendo até ser obrigada a destruir a ponte.
Imagem: Ponte sobre o Rio Curuá no dia da inauguração. Foto gentilmente cedida pelo site www.alenquerpara.com.br

sábado, 11 de outubro de 2008

Documento pode vir a ter a quilometragem do veículo

No sentido de evitar as constantes adulterações dos hodômetros na hora da venda, o deputado Jefferson Campos do PTB de SP apresentou projeto de lei que obriga que a quilometragem conste do Certificado de Registro do Veículo. Isso passa a ser possível a partir do início da Inspeção Veicular Anual, que está para ser regulamentada desde 1998 pelo Contran. Espera-se para breve essa regulamentação e, em sendo aprovado o projeto de lei, a adição de mais esse dado no documento o que trará mais tranquilidade para quem adquire um veículo de segunda mão.